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7 jogos para brincar em família e turbinar o cérebro das crianças

Além de ser uma delícia, brincar é essencial para o desenvolvimento de aspectos cognitivos, emocionais, sociais e físicos na infância. Brincando os pequenos exploram o mundo e constroem habilidades fundamentais. Então, que tal turbinar o desenvolvimento das crianças com um desses 7 jogos para brincar em família?

Nossas dicas têm um sabor de nostalgia e vão ajudar você a se conectar de forma leve e profunda com a criançada. Mais que isso, essa seleção de jogos para brincar em família encantam meninos e meninas de diversas faixas etárias, sem necessidade de telas.

De acordo com o médico Drauzio Varella, quando uma criança pega um objeto qualquer e começa a criar histórias e fantasias da sua própria cabeça a partir dele, ou corre livremente pelo parquinho, ou cria um jogo junto com os seus amiguinhos, ela não está apenas brincando. Ela está explorando o mundo, se comunicando, se expressando e aprendendo uma série de habilidades importantes. Brincar é necessário. A brincadeira é parte fundamental de seu pleno desenvolvimento. 

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Emoções positivas

Atualmente, buscamos opções para reduzir o tempo de tela das crianças. Nesse sentido os benefícios dos jogos para brincar em família são muitos. Entre as vantagens que a brincadeira proporciona para o desenvolvimento infantil, podemos citar: 

Estímulo cognitivo

Antes de mais nada, brincar estimula a criatividade, imaginação e pensamento crítico das crianças. Assim, ao escolher um dos jogos para brincar em família, você ajuda a criança a explorar diferentes cenários, resolver problemas e desenvolver habilidades cognitivas essenciais tanto para a infância quanto para a vida adulta.

Desenvolvimento emocional

Brincar ajuda as crianças a expressar suas emoções, entender seus sentimentos e praticar habilidades sociais. A autoconfiança, a empatia e o controle emocional saem fortalecidos quando você coloca escolhe um destes jogos para brincar em família

Habilidades sociais

Ao brincar em família ou com outras crianças, os pequenos aprendem a cooperar, negociar, compartilhar e resolver conflitos. Essas interações sociais são essenciais para o desenvolvimento de habilidades como comunicação e trabalho em equipe.

Fortalecimento físico

Muitas brincadeiras envolvem atividades físicas que ajudam no desenvolvimento da coordenação motora, equilíbrio e força das crianças. Quando a brincadeira acontece ao ar livre, a saúde e o bem-estar físico agradecem ainda mais!

Aprendizado de regras e limites

Nos jogos para brincar em família, as crianças aprendem a seguir regras, respeitar limites e entender a importância da cooperação e do fair play. Isso contribui para o desenvolvimento da responsabilidade e do senso de justiça.

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Redução do estresse

Brincar é uma forma natural e eficaz de reduzir o estresse e a ansiedade nas crianças. Ao proporcionar um ambiente de relaxamento e diversão, a brincadeira ajuda a liberar emoções e energia de forma saudável.

Opções para todos os gostos

Agora que destacamos os muitos benefícios da brincadeira para o desenvolvimento infantil, vamos aos jogos para brincar em família! 

1 – Cabra-cega
Como jogar:
Um jogador é vendado e tenta pegar os outros jogadores, que tentam se esquivar sem fazer barulho.
Principais benefícios: O jogo estimula a percepção sensorial da criança, pois o jogador vendado precisa confiar em seus outros sentidos para capturar os colegas. Isso promove a concentração e a capacidade de dedução.

2 – Queimada
Como jogar: Divida os participantes em dois times. O objetivo é acertar os jogadores do time adversário com a bola.
Principais benefícios: A queimada envolve estratégia e tomada de decisões rápidas para evitar ser atingido pela bola e também para acertar os adversários. Isso desenvolve a habilidade de planejamento e pensamento estratégico.

3 – Dança das Cadeiras
Como jogar: Coloque cadeiras em círculo, com uma a menos que o número de jogadores. Em seguida, quando a música parar, todos devem sentar e quem ficar sem cadeira está fora.
Principais benefícios: Neste jogo, os participantes precisam estar atentos à música e agir rapidamente para garantir um assento quando ela parar. Isso promove a capacidade de reação e a agilidade mental.

À moda antiga

4 – Cai não cai
Como jogar: Um jogo de equilíbrio onde os jogadores retiram peças de baralho de uma torre e colocam no topo sem derrubá-la.
Principais benefícios: O jogo de equilíbrio requer concentração e análise de risco. Do mesmo modo, os jogadores precisam decidir quais peças retirar sem derrubar a torre. Isso estimula o pensamento crítico e a resolução de problemas.

5 – Corrida de saco
Como jogar: Os participantes pulam dentro de sacos de estopa ou plástico em uma linha de chegada.
Principais benefícios: Além de ser uma atividade física, a corrida de saco envolve planejamento de movimento e coordenação motora para pular dentro do saco e chegar à linha de chegada. Isso contribui para o desenvolvimento da coordenação e do raciocínio espacial.

6 – Estátua 
Como jogar: Enquanto a música toca, todos dançam. Assim que ela pára, devem ficar imóveis como estátuas.
Principais benefícios: Este jogo requer autocontrole e capacidade de seguir regras. Ao mesmo tempo, as crianças devem parar de se mover imediatamente quando a música para. Isso promove a disciplina e a capacidade de seguir instruções.

7 – Mímica
Como jogar: Os participantes devem representar palavras ou frases sem falar, para que os outros adivinhem.
Principais benefícios: A mímica estimula a comunicação não verbal e a capacidade de expressar ideias de forma criativa. Sobretudo, as crianças precisam pensar em como representar uma palavra ou frase sem usar palavras, o que desenvolve a imaginação e a capacidade de interpretação.

Criatividade e cooperação

Jogos para brincar em família são ótimos caminhos para estimular a criatividade das crianças. Do mesmo modo, eles ajudam na coordenação motora e no trabalho em equipe. 

Em resumo, eles não apenas proporcionam diversão, mas também são excelentes ferramentas para o desenvolvimento cognitivo das crianças. Finalmente, brincar ajuda o pequeno a aprimorar habilidades como atenção, memória, raciocínio lógico e resolução de problemas.

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Na The Little Gym, a gente acredita que o desenvolvimento infantil tem a ver com aspectos físicos, mas também com questões emocionais, sociais e cognitivas, inclusive com hábitos como autonomia, responsabilidade, solidariedade e gratidão. Trabalhamos os músculos, mas também a empatia, a paciência e a disciplina dos pequenos. 

Criando memórias com as crianças de forma simples e marcante

Criar vínculos com as crianças no dia a dia faz muito mais pelo desenvolvimento infantil do que grandes feitos. Por isso, dicas para se divertir com as crianças de forma simples ganham cada vez mais adeptos. Afinal, as boas memórias ajudam a construir uma base sólida para o futuro dos pequenos, contribuindo para uma vida saudável e feliz.

Memórias afetivas são lembranças ligadas a emoções fortes, tanto positivas quanto negativas. Elas têm um impacto significativo em nossa vida, pois são poderosas porque estão associadas a sentimentos profundos, como amor, alegria, tristeza, saudade, entre outros, e podem influenciar nossas escolhas, comportamentos e percepções futuras. 

Por isso, experiências positivas, ricas em afeto, marcam nossa vida e são capazes de despertar reações e sentimentos bons quando entramos em contato com algum elemento, como um cheiro, um gosto, a voz de uma pessoa, uma imagem e até o toque na pele ou um tipo de brincadeira, explica a pediatra Ana Márcia Guimarães Alves, especialista em desenvolvimento e comportamento infantil, em entrevista à Revista Crescer.

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De acordo com ela, ao trazer uma recordação para o nosso consciente, há liberação de hormônios relacionados à felicidade, como a serotonina, a dopamina e a ocitocina

Pequenas grandes coisas

Por outro lado, elos fortes, especialmente nos primeiros anos de vida, ajudam a criar adolescentes com mais segurança para buscar seus objetivos e maiores chances de sucesso. Estamos falando de coisas simples, como ir para a cozinha com a criança, ler uma história para ela, passar um tempo de qualidade sem distrações, dizer sim ao invés de não.

Essas ações fortalecem aspectos fundamentais para o futuro dos pequenos, entre eles:

1 – Vínculo Familiar

Memórias afetivas reforçam os laços familiares, promovendo um ambiente de amor e confiança.

2 – Desenvolvimento Emocional

Memórias positivas contribuem para o desenvolvimento emocional saudável das crianças, ajudando a construir autoestima e resiliência.

3 – Bem-Estar Mental

Boas lembranças podem ser um amortecedor contra o estresse e a ansiedade, proporcionando conforto emocional ao longo da vida.

4 – Crescimento Social

Experiências compartilhadas em família ensinam habilidades sociais e promovem o senso de pertencimento.

5 – Resiliência

Memórias positivas podem servir como âncoras emocionais em momentos difíceis, ajudando as crianças a superar desafios.

6 – Aprendizado

Através dessas experiências, as crianças absorvem valores, tradições e aprendizados importantes para suas vidas.

Assim, ao falarmos de dicas para se divertir com as crianças de forma simples e inesquecível, é impossível não pensar nesse tipo de questão. Mas como podemos propiciar um ambiente em que essas memórias sejam abundantes, em que os elos sejam fortes?

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Experimente, por exemplo:

  • Organizar um piquenique no parque ou mesmo no quintal de casa, com as comidas favoritas das crianças, jogos ao ar livre e uma sessão de contação de histórias.
  • Dar autonomia, permitindo que seu filho escolha a roupa que vai vestir para ir ao mercado, mesmo que a combinação não seja a mais bonita. Também é importante estimular e deixá-lo participar das tarefas domésticas. 
  • Cozinhar com a criança. O envolvimento de todos no preparo de uma refeição ou sobremesa especial costuma ser uma experiência deliciosa em todos os sentidos. 

Falamos um pouco mais sobre isso neste artigo aqui!

Especialistas defendem que fatores externos, tais como vínculo afetivo, confiança em seus cuidadores, escolaridade, contato social e estímulos musicais, esportivos e linguísticos, influenciam de modo decisivo no desenvolvimento do cérebro. Eles compõem a forma como o cérebro organiza a memória e a forma de ver o mundo.

Em outras palavras, ao falar de dicas para se divertir com as crianças de forma simples e inesquecível, não podemos esquecer de falar da importância de atitudes que estimulam a memória afetiva.

Essas atividades fazem com que as crianças:

✅Sintam-se mais seguras e amadas

✅Apresentem melhora do desenvolvimento cognitivo

✅Desenvolvam maiores habilidades sociais, com capacidade de compartilhar, cooperar e ser empáticas com os outros

✅Tenham menor chance de desenvolver problemas como depressão e ansiedade

✅Enfrentem melhor o estresse e as dificuldades da vida adulta

✅Construam relacionamentos interpessoais mais estáveis no futuro.

Antes de mais nada, quando falamos de dicas para se divertir com as crianças, é importante ter claro que muitas dessas ações demandam um pouquinho do nosso tempo de qualidade, dizer sim ao invés de dizer não, demonstrar entusiasmo mesmo após um dia de trabalho. Sabemos que nem sempre é fácil. 

Mas acredite: essas dicas para se divertir com as crianças vão transformar não apenas o dia (e a vida!) do seu filho, mas também a sua. 

Os benefícios das emoções positivas na saúde da criança

 

Fazer o bem faz bem! A máxima que muitos de nós adultos ouvimos ou falamos vale também para os pequenos. Estimular bons sentimentos e emoções positivas é super benéfico para a saúde da criança. 

A prática contribui tanto para o bem-estar emocional das crianças quanto para a promoção da saúde física e mental ao longo da vida. Quanto mais cedo melhor: cultivar um ambiente emocionalmente positivo pode impactar de forma significativa nos pequenos.

Ambiente saudável e vínculos familiares

Nos últimos anos, muito tem se falado sobre o papel das emoções na saúde da criança. De acordo com um estudo do Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI), para que uma criança possa ter um bom desenvolvimento, é preciso construir vínculos familiares sólidos e viver em um ambiente saudável durante a primeira infância, ou seja, até os 6 anos de vida. 

Por outro lado, pesquisas confirmam que emoções positivas, como alegria, gratidão e amor, têm efeitos benéficos não apenas no bem-estar psicológico, mas também no físico.

Afinal, quando as crianças experimentam emoções positivas, seus corpos liberam substâncias químicas que fortalecem o sistema imunológico, reduzem o estresse e promovem a saúde cardiovascular.

Mas como ajudar a criança a desenvolver boas emoções no mundo complicado e corrido em que vivemos? 

Elogios, empatia e gratidão

Para começo de conversa, é essencial criar um ambiente que favoreça o desenvolvimento emocional saudável. E o exemplo dos adultos, neste momento, conta muito! Gestos simples, como expressar afeto, elogiar o esforço, incentivar a prática da gratidão e promover a empatia, ajudam muito e fazem uma enorme diferença na saúde da criança.

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Vale dizer ainda que estar presente, ouvir atentamente e validar as emoções das crianças são práticas essenciais para criar um ambiente emocionalmente positivo. Da mesma forma, é importante ensinar a elas habilidades para que possam lidar de forma saudável com os próprios sentimentos.

Outras oportunidades de estimular boas emoções na criança são práticas como a meditação, o contato com a natureza e com animais, os exercícios físicos e a participação em atividades artísticas e culturais.

Tudo isso ajuda, e muito, a manter a saúde da criança em dia. Além disso, emoções positivas impactam diretamente no desenvolvimento cognitivo e na aprendizagem dos pequenos.

Responsabilidade e apoio 

É comprovado: crianças que experimentam emoções positivas tendem a apresentar melhor desempenho acadêmico, maior capacidade de resolver problemas, mais criatividade e resiliência diante de desafios.

Como se vê, familiares e educadores desempenham um papel fundamental na promoção de emoções boas nas crianças. Ao modelar comportamentos emocionalmente saudáveis, oferecer apoio e incentivar o cultivo de bons sentimentos, você contribui significativamente para a saúde da criança.

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Geração Alpha: como tornar crianças hiperconectadas mais ativas

Em um mundo onde o estresse e a ansiedade são cada vez mais comuns, valorizar e promover emoções positivas nas crianças é um desafio e tanto. Mas pequenas atitudes do dia a dia fazem uma enorme diferença.

Ao criarmos um ambiente que favoreça a expressão e vivência de emoções positivas, estamos investindo no bem-estar, no futuro e na saúde da criança. Estimular bons sentimentos desde cedo não só contribui para os aspectos emocionais na infância, como ainda tem impactos duradouros na saúde física, cognitiva e social dos pequenos.

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Na The Little Gym, a gente acredita que o desenvolvimento infantil tem a ver com aspectos físicos, mas também com questões emocionais, sociais e cognitivas, inclusive com hábitos como solidariedade, tranquilidade e gratidão. Trabalhamos os músculos, mas também a empatia, a paciência e a disciplina dos pequenos. 

Agende uma aula experimental em uma das nossas unidades para conhecer a premiada e exclusiva metodologia de ginástica infantil que criamos. 

The Little Gym São Paulo – WhatsApp (11) 97212-2897
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Geração Alpha: como tornar crianças hiperconectadas mais ativas

Eles são nativos digitais, estão crescendo em um mundo altamente inovador e têm muito acesso à tecnologia. Mas as crianças e adolescentes da chamada Geração Alpha, também se mostram, no geral, mais inclusivos, preocupados com questões sociais, colaborativos e conscientes da importância do exercício físico e da saúde.

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Antes de mais nada, vale lembrar que, as gerações são frequentemente usadas para categorizar grupos nascidos em um período similar e com base em características comuns. Elas são divididas em:

Geração X

Nascidos entre meados da década de 1960 e início da década de 1980. São frequentemente vistos como independentes, adaptáveis e valorizam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Geração Y ou Millennials

Nascidos entre meados das décadas de 1980 e 1990. São conhecidos por serem tecnológicos, valorizarem a diversidade, buscarem propósito no trabalho e priorizarem o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Geração Z

Nascidos entre meados dos anos 1990 e 2000. Cresceram em um mundo conectado à internet, são empreendedores, diversificados e preocupados com questões sociais.

Geração Alpha

Nascidos a partir de 2010. Filhos da Geração Y e Z, são considerados os primeiros nativos digitais verdadeiros, pois cresceram em um mundo altamente tecnológico, têm acesso precoce à tecnologia e são criados para serem empreendedores e inovadores.

Portanto, ao falar da Geração Alpha, estamos falando de crianças e adolescentes hiperconectados, mas também abertos a práticas mais saudáveis e à coletividade. 

Consciência e solidariedade

De acordo com o estudo Kids Experience, feito com mais de 2.500 pais e filhos, crianças da Geração Alpha têm atitudes como lembrar de levar lanche adicional para dividir com os amigos na escola.

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Igualmente, elas também valorizam marcas que demonstram cuidado com as pessoas e o meio ambiente, não fazendo testes em animais, por exemplo. 

Sendo assim, algumas atitudes de pais, mães ou responsáveis podem ajudar a tornar as crianças hiperconectadas mais ativas, aproveitando algumas das características mais marcantes da Geração Alpha.

Confira!

Aposte em atividades em grupo

A Geração Alpha está sendo criada em um mundo de rápidas mudanças tecnológicas, o que influencia suas habilidades, expectativas e formas de interagir com o mundo de maneiras únicas.

Essas crianças são conhecidas por valorizar a interação social e atividades coletivas, especialmente com o uso da tecnologia. Eles tendem a apreciar atividades em grupo e colaborativas. 

Inclua a criança na decisão 

Crianças e adolescentes da Geração Alpha costumam ser autônomos e críticos. Por isso, é super importante ouvir e respeitar suas opiniões e dúvidas. Da mesma forma, é fundamental adotar uma postura mais flexível para permitir que eles se expressem. 

Assim, você tanto cria uma relação mais saudável quanto fortalece vínculos e ajuda seu pequeno a desenvolver habilidades socioemocionais como a empatia e a capacidade de dialogar

Use a tecnologia a favor da saúde 

A Geração Alpha é considerada a primeira geração verdadeiramente digital, pois nasceu em um ambiente onde a tecnologia digital está profundamente enraizada em quase todos os aspectos de suas vidas.

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Além disso, com o avanço da informática, há uma série de aplicativos e dispositivos que tornam o exercício mais interativo e envolvente, o que pode contribuir para a adoção de hábitos saudáveis desde cedo.

Priorize metodologias ativas

Por serem altamente tecnológicas, crianças hiperconectadas tendem a aprender melhor com metodologias mais ativas de aprendizagem, aulas mais dinâmicas, que priorizem o protagonismo do aluno na busca do próprio conhecimento.

Aliás, é muito comum que a criança já chegue para uma conversa ou aula repleta de informações que viu, por exemplo, num canal do YouTube, no TikTok ou em outras mídias.

Deixe a criança experimentar

Especialistas indicam que crianças da Geração Alpha gostam de autonomia e interação, além de apresentarem habilidades para fazer mais tarefas ao mesmo tempo. 

No entanto, essas crianças também podem ter maior dificuldade para se concentrar diante de atividades mais formais ou mais tradicionais. Portanto, uma dica de ouro é: deixe a criança experimentar, praticar para ver se gosta, aprender fazendo.

Dessa forma, você estimula características naturais e ajuda a tornar crianças hiperconectadas mais ativas.

Na The Little Gym, oferecemos um espaço seguro e divertido para a criança aumentar a autoconfiança e desenvolver novas habilidades. Fale conosco para saber mais sobre os nossos programas e a metodologia exclusiva de desenvolvimento infantil que criamos!


Descubra a melhor atividade física para cada idade

Não é segredo para ninguém que praticar atividades físicas faz uma enorme diferença na nossa disposição diária, na nossa qualidade de vida futura e na prevenção de problemas de saúde. Com as crianças é a mesma coisa. O que muda, apenas, são os exercícios indicados e a intensidade com que devem ser feitos. Portanto, o primeiro passo é descobrir a melhor atividade física para cada idade.

Quanto mais variada e cheia de estímulos for a prática, melhor para o desenvolvimento da criança. No Brasil, estima-se que 7,3% das crianças menores de cinco anos estejam acima do peso.

Enquanto isso, na América do Sul, são 2,5 milhões de crianças com sobrepeso ou obesidade. Alimentação incorreta e sedentarismo são as principais causas.

Por isso, incentivar os pequenos a começarem desde cedo a praticar uma atividade é essencial para que eles se habituem com um estilo de vida em movimento. Veja as a melhor atividade física para cada idade:

Bebês

O incentivo à prática de atividades físicas deve vir literalmente de berço. Bebês devem ser estimulados desde cedo a movimentos para alcançar, puxar ou empurrar objetos. Ao começar a engatinhar, a criança deve ser levada a explorar ambientes seguros. Sempre sob o olhar atento de um adulto, é claro.

Assim, ajudá-lo a superar obstáculos, como almofadas e travesseiros em cima de um edredom, por exemplo, contribui para o desenvolvimento físico e emocional.

3 até 5 anos

As crianças dessa faixa etária devem fazer pelo menos 3h de atividades físicas de qualquer intensidade distribuídas ao longo do dia. Jogar bola ou andar de bicicleta, brincar de pique-esconde ou pega-pega, jogos, corridas ou outras atividades que estimulem a coordenação motora são super indicadas.

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A partir dessa idade, os pequenos já estão prontos para aproveitar atividades estruturadas como natação, ioga, danças, lutas e esportes coletivos.

A partir de 6 anos

Esportes como futebol, vôlei, natação, handebol e ciclismo, ginástica rítmica e artística, entre outras atividades, são algumas das práticas recomendadas para crianças a partir de 6 anos.

Durante pelo menos 1 hora por dia, por pelo menos três vezes por semana, elas ajudam a fortalecer e a desenvolver e músculos e ossos, além de estimularem habilidades físicas como ritmo, agilidade, força, coordenação, equilíbrio e velocidade.

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Quer conhecer as atividades que a The Little Gym oferece para cada faixa etária? Clique aqui e veja os nossos programas ou fale com a nossa equipe.

Brincadeira é coisa séria na The Little Gym!

O nome real oficial é APRENDIZAGEM EXPERIENCIAL. Mas pode chamar de FAZAP (fazendo e aprendendo), mão na massa ou faça você mesmo! Desde 1976, a The Little Gym fomenta a aprendizagem experiencial por meio de programas de atividades físicas que proporcionam oportunidades para as crianças explorarem seu próprio potencial e compreenderem melhor o mundo ao seu redor. Desde o início, usamos o Serious Fun como um mantra, porque realmente acreditamos que brincadeira é coisa séria!

Nosso currículo, aprimorado ao longo de 40 anos de experiência prática e de uma montanha de pesquisas e opiniões dos pais, é uma ferramenta que contribui diretamente para a formação das crianças.

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Temos programas divididos em temas, planos de aula semanais e atividades especialmente desenvolvidas para que os pequenos progridam naturalmente ao longo de cada semestre e de um ano para o outro, sempre levando em conta o nosso mantra, que a essa altura você já conhece: brincadeira é coisa séria.

Para nós, a coordenação e confiança que permitem ao seu bebê engatinhar pela primeira vez serão a base para as suas cambalhotas aos três anos, estrelas aos seis e o que mais ele quiser.

Programas

Nossas turmas são divididas por idade, para que os pequenos tenham todos os benefícios da filosofia que mistura desenvolvimento emocional com treinamento físico. Veja como funciona:

🙌 Aulas para crianças de 4 meses a 3 anos, que devem ser feitas junto aos papais ou mamães e dão uma base sólida para os três primeiros anos de vida dos pequenos. 

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🙌 Aulas para crianças de 3 a 6 anos, que ajudam a criança a a canalizar a energia e se tornar uma criança mais centrada, confiante e desenvolta. Estruturamos um ambiente seguro, onde atividades de ginástica, esportes, dança e artes marciais são combinadas com uma boa dose de diversão. 

🙌 Aulas para crianças de 6 a 12 anos, que são segmentadas entre meninos e meninas e com diferentes níveis (iniciantes, intermediários e avançados), para oferecer desafios compatíveis com cada nível de habilidade. 

Confira os benefícios de deixar as crianças na cozinha

Cozinhar traz muitos benefícios a longo prazo para os pequenos, incluindo maior confiança, habilidades aprimoradas de leitura e matemática e gosto por um estilo de vida mais saudável. Além disso, em períodos de recolhimento forçado como o que estamos vivendo por causa do coronavírus ter as crianças na cozinha funciona também como um passatempo super divertido.

Esse hábito ajuda a lidar com a sobrecarga de informações e serve como um respiro tanto para adultos quanto para crianças. Veja mais benefícios:

Elas comem melhor

Crianças envolvidas na criação de suas refeições são mais propensas a comer melhor e mais estimuladas a manter uma alimentação saudável. 

Cozinhar ajuda a desenvolver habilidades matemáticas

Sim, você leu certo. Afinal, quase todas as receitas requerem medições e contagens precisas. Dê ao seu filho uma tarefa pedindo que ele conte quantos ovos entram na receita de almôndegas ou quanto óleo entra em um lote de brownies, por exemplo.

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Este pode ser um jogo de culinária divertido que ajudará as crianças a aprender a contar, adicionar e até a resolver frações básicas.

A compreensão e a leitura também melhoram

Ler uma receita, entender as instruções passo a passo e entender exatamente o que mexer, misturar ou dobrar ajuda não apenas no sucesso do produto final como também estimula a alfabetização e a audição.

Então comece com receitas fáceis para crianças, nas quais elas podem fazer parte de todo ou quase todo o processo.

Cozinhar constrói confiança e auto-estima

Dar às crianças na cozinha a oportunidade de se envolverem na conclusão de uma refeição proporciona uma sensação de realização nos pequenos. Se eles cozinharam batatas, criaram uma pizza ou ajudaram a fazer uma sobremesa especial, deixe-os saber o que fizeram foi importante.

Eles ficaram felizes e se sentirão estimulados ao saber que isso ajudou no resultado final.

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O desenvolvimento infantil e a sensação de sucesso andam de mãos dadas.

Cozinhar ajuda a falar sobre bem-estar do corpo

Quando as crianças colocam a mão literalmente na massa, isso serve de exemplo para um estilo de vida saudável. Cozinhar é uma ótima forma para falar sobre o bem-estar do corpo e as razões pelas quais precisamos comer alimentos saudáveis.

Inclusive colocar as crianças na cozinha e convidá-las a se envolver em compras de supermercado e preparação de refeições promove hábitos saudáveis ​​que trazem benefícios ao longo da vida!

Você vai ver que cozinhar em família é tão legal que provavelmente vocês vão continuar com esse hábito depois que a pandemia passar e a rotina de escola, família e atividades na The Little Gym voltar ao normal!

Como falar com as crianças sobre o coronavírus e deixá-las tranquilas

Muitos adultos estão um pouco desnorteados com tudo o que estamos ouvindo sobre o coronavírus. Por isso, também é compreensível que suas crianças estejam ansiosas. É possível que elas achem difícil entender o que estão vendo na internet ou na TV, mas não devemos descartar que os pequenos se sintam particularmente vulneráveis. Então, como falar com as crianças sobre o coronavírus ? 

Afinal, aulas suspensas, pais e mães trabalhando em casa, isolamento e a exigência de lavar as mãos e higienizar com álcool em gel… Como explicar as mudanças na rotina trazidas pelo coronavírus, de forma a deixá-las tranquilas?

Ter uma conversa aberta e solidária com as crianças pode ajudá-las a entender, lidar e até dar uma contribuição positiva para os outros. A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Unicef, órgão das Nações Unidas que tem como objetivo promover a defesa dos direitos das crianças e contribuir para o seu desenvolvimento, divulgaram orientações sobre como falar com as crianças sobre o coronavírus.

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Vale lembrar que crianças têm uma taxa de infecção bem menor do que a dos adultos. Mesmo assim, OMS e Unicef defendem que os cuidados com as crianças devem ser os mesmos, e que elas também podem ficar ansiosas e deprimidas com as mudanças na rotina impostas pelo coronavírus.

Então, listamos a seguir as principais as orientações para que todos passem por esse momento da forma mais amena possível. Veja como falar com as crianças sobre o coronavírus:

Dicas da OMS:

Ajude as crianças a encontrar maneiras positivas de expressar sentimentos como medo e tristeza. 

Toda criança tem sua própria maneira de expressar emoções. Às vezes, se engaja em uma atividade criativa, como brincar e desenho pode facilitar esse processo. As crianças sentem-se aliviadas se puderem expressar e comunicar seus sentimentos em um ambiente seguro e solidário.

Mantenha as crianças próximas e à família, no caso, claro, de famílias seguras. 

Evite ao máximo separar as crianças de seus cuidadores habituais. Se uma criança precisar ser separada de prestador de cuidados primários, garanta a prestação de cuidados alternativos adequados e equivalentes.

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Além disso, garanta que durante os períodos de separação, a criança mantenha contato regular com os pais e cuidadores habituais. Neste caso, chamadas por telefone, ou vídeo ou outra comunicação apropriada à idade (por exemplo, mídias sociais, dependendo da idade) podem ajudar. 

Mantenha rotinas familiares tanto quanto possível ou crie novas rotinas agradáveis para os pequenos. 

Com as crianças em casa, é importante proporcionar atividades apropriadas para cada idade. Em tempos de estresse e crise, é comum que as crianças busquem mais apego e sejam mais exigente para os pais. Discuta o COVID-19 com seus filhos de maneira honesta e apropriada.

Se seus filhos tiverem preocupações, abordá-los juntos pode aliviar sua ansiedade. As crianças observam os comportamentos e emoções dos adultos em busca de dicas sobre como gerenciar seus próprios emoções em tempos difíceis. 

Dê o máximo de atenção possível, respeitando as suas próprias necessidades de trabalho e horários.

As crianças podem responder ao estresse de diferentes maneiras, como como sendo mais pegajoso, ansioso, retraído, zangado ou agitado, fazendo xixi na cama, por exemplo. Responda às reações de seu filho de maneira solidária, ouvir suas preocupações e dar-lhes amor e carinho extra atenção. As crianças precisam do amor e atenção dos adultos durante

tempos difíceis. Dê a eles tempo e atenção extras. Lembre-se de ouvir seus filhos, falar gentilmente e avaliá-los. Se possível, crie oportunidades para a criança brincar e relaxar.

Dicas do Unicef

Faça perguntas abertamente e ouça a criança.

Comece convidando a criança a falar sobre o assunto. Descubra o quanto ela já sabe e siga a partir daí. Se ela é muito nova e ainda não ouviu falar sobre o surto, talvez você não precise levantar a questão – apenas aproveite a oportunidade para lembrá-la sobre boas práticas de higiene sem introduzir novos medos.

Verifique se você está em um ambiente seguro e permita que ela fale livremente. Desenhos, histórias e outras atividades podem ajudar a começar uma conversar.

Mais importante ainda, não minimize ou se esquive das preocupações da criança. 

Assegure-se de reconhecer os sentimentos dela e lhe garantir que é natural sentir medo dessas coisas. Demonstre que está ouvindo, prestando toda a atenção ao que ela fala e tenha certeza de que ela entende que pode conversar com você e seus professores sempre que quiser.

Explique a verdade de uma forma que a criança entenda.

As crianças têm direito a informações verdadeiras sobre o que está acontecendo no mundo, mas os adultos também têm a responsabilidade de mantê-las protegidas dos problemas. Use uma linguagem apropriada para a idade, observe suas reações e seja sensível ao seu nível de ansiedade.

Se você não sabe responder às perguntas delas, não invente. Use isso como uma oportunidade para explorar as respostas juntos. Explique que algumas informações online não são precisas e que é melhor confiar nos especialistas.

Mostre à criança como proteger ela mesma e os amigos.

Uma das melhores maneiras de manter as crianças protegidas contra o coronavírus e outras doenças é simplesmente incentivar a lavagem regular das mãos. Não precisa ser uma conversa assustadora. Cante junto com a Galinha Pintadinha ou com o Palavra Cantada, ou siga esta dança para tornar o aprendizado divertido:

Você também pode mostrar às crianças como cobrir o nariz e a boca com o cotovelo flexionado ao tossir ou espirrar, explicar que é melhor não ficar muito perto das pessoas que apresentem esses sintomas.

E pedir, ainda, para que digam a você se começarem a sentir mal-estar, como dores no corpo, corpo quente, fraqueza, tremedeira, podem ser sintomas de febre, e se estiverem com tosse ou dificuldade em respirar.

Ofereça segurança.

Quando vemos muitas imagens perturbadoras na TV ou online, às vezes pode parecer que a crise está ao nosso redor. As crianças podem não distinguir entre imagens na tela e sua própria realidade pessoal, e podem acreditar que estão em perigo iminente.

Você pode ajudar sua criança a lidar com o estresse, criando oportunidades para ela brincar e relaxar, quando possível. Mantenha rotinas e agendas regulares o máximo possível, principalmente antes da hora de dormir, ou ajude a criar novas rotinas em um novo ambiente.

Se você estiver enfrentando um surto na sua região, lembre a suas crianças de que elas não estão propensas a contrair a doença, que a maioria das pessoas que têm coronavírus não fica muito doente e que muitos adultos estão trabalhando duro para manter sua família segura.

Se sua criança ficar doente, explique que ela deve ficar em casa (ou no hospital, se for o caso), porque é mais seguro tanto para ela quanto para seus amigos. Tranquilize-a dizendo que você sabe que é difícil (talvez assustador ou até um tédio) algumas vezes, mas que seguir as regras ajudará a manter todos em segurança.

Verifique se elas estão sendo estigmatizadas ou espalhando estigmas.

O surto de coronavírus trouxe numerosos relatos de discriminação racial em todo o mundo, por isso é importante verificar se suas crianças não estão enfrentando nem contribuindo para o bullying.

No momento de falar com as crianças sobre o coronavírus, explique que a doença não tem nada a ver com a aparência de alguém, sua origem ou o idioma que falam. Se elas sofreram bullying na escola, devem se sentir à vontade para contar a um adulto em quem confiam.

Lembre a suas crianças que todos merecem estar seguros na escola. O bullying está sempre errado e cada um de nós deve fazer a nossa parte para espalhar a gentileza e apoiar um ao outro.

Procure quem pode ajudar.

É importante para a criança saber que as pessoas estão ajudando umas às outras com atos de bondade e generosidade.

Compartilhe histórias de profissionais da saúde, cientistas e jovens, entre outros, que estão trabalhando para interromper o surto e manter a comunidade segura. Pode ser um grande conforto saber que pessoas compassivas estão agindo.

Cuide de você.

Você poderá ajudar melhor suas crianças pelo seu próprio exemplo. As crianças assimilarão a sua resposta às notícias, o que as ajudará a saber que você está calmo(a) e no controle. Isso faz toda a diferença no modo como falar com as crianças sobre o coronavírus.

Se você estiver ansioso(a) ou chateado(a), reserve um tempo para si mesmo(a) e procure outras famílias, amigos e pessoas de confiança em sua comunidade. Reserve algum tempo para fazer coisas que o(a) ajudem a relaxar e se recuperar.

Encerre as conversas com cuidado.

Ao explicar para as crianças sobre o coronavírus, é importante saber que não estamos deixando as crianças em perigo. À medida que a conversa termina, tente avaliar o nível de ansiedade observando a linguagem corporal, considerando se elas estão usando o tom de voz habitual e prestando atenção à sua respiração.

Lembre a crianças que elas podem ter outras conversas difíceis com você a qualquer momento. Lembre-as de que você se importa, está ouvindo e está disponível sempre que elas se sentirem preocupadas.

Seu filho não sai do celular? Veja como trazê-lo de volta!

Relaxar um pouco diante da tela do computador, do celular ou do tablet é ótimo. Mas o que você faz se uma sessão de vídeo de uma hora leva a outra e depois outra e outra? Como resolver se seu filho não sai do celular?

Nicole Mains, 38 anos, se viu cedendo cada vez mais aos equipamentos eletrônicos após o nascimento de seu terceiro filho. Em uma típica manhã, seu filho mais novo, agora com 2 anos, entrava na cama e uma das primeiras coisas que ele dizia era “telefone”. 

Cansada demais para dizer não, ela lhe entregava um telefone para que ele pudesse assistir a programas como “Peppa Pig” por 45 minutos. Então seu filho de 4 anos acordava. Uma briga aconteceria pelo telefone – terminando com ela entregando um laptop ao menino mais velho. 

Já sua filha de 6 anos geralmente gasta em média duas horas por dia devorando vídeos do YouTube ou programas como “Barbie Life in the Dreamhouse”. Durante as refeições, ela olha para uma tela.

Quando a família sai para comer, geralmente duas vezes por semana, Mains tenta evitar distrair os filhos com telas – ela traz lanches, adesivos e atividades. Mas à medida que a refeição avança, as telas são exibidas cerca de 80% das vezes.

Este não é o futuro que Mains imaginou.

Sua história, no entanto, não é diferente da de tantos outros pais que desejam que seus filhos passem menos tempo envolvidos com dispositivos digitais. “É quase como uma droga. Eles se tornam garotinhos zumbis”, ela diz. Se, como Mains, você estiver procurando maneiras de trazer suas crianças de volta, não perca as dicas a seguir:

Quanto é muito?

Cada família define quanto tempo considera excessivo para o uso de equipamentos eletrônicos. Alguns acreditam que o ideal é não mais de uma hora por dia, em média, durante a semana, para crianças de 2 a 5 anos. Outros adotam uma abordagem mais liberal. O importante é que toda a família concorde com a linha definida. 

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Se você está tendo problemas para descobrir quando e onde traçar essa linha, pense no tempo que seu filho passa no computador, celular ou tablet, afirma Dimitri Christakis, diretora do centro de saúde infantil, comportamento e desenvolvimento do Instituto de Pesquisa Infantil de Seattle, nos Estados Unidos. Uma pergunta interessante a se fazer é: o que você ou seus filhos estariam fazendo se não estivessem olhando para uma tela?

Olhar fixamente para uma tela na mesa de jantar ou durante uma reunião de família pode estar substituindo conversas e vínculos significativos entre os membros da família.

“Mesmo o melhor conteúdo não deve substituir essas outras atividades críticas de desenvolvimento e social”
Dimitri Christakis, diretora do centro de saúde infantil, comportamento e desenvolvimento do Instituto de Pesquisa Infantil de Seattle

Quando você viaja em um espaço confinado como um avião ou um carro, é uma história diferente, acrescenta. Nesses casos, o tempo de tela pode evitar birras, brigas e olhares sujos de outros passageiros. 

Depois de decidir por quanto tempo e sob quais circunstâncias você permitirá o uso de equipamentos eletrônicos, o próximo desafio começa: definir e fazer cumprir as regras.

Escolha suas batalhas e vença-as

Na opinião de Christakis, ao gerenciar o tempo de uso de equipamentos eletrônicos entre crianças até os 6 anos de idade, você pode vencer qualquer batalha. “Mas isso requer perseverança e consistência”, destaca. As crianças, acrescenta a especialista, precisam entender que sua posição é inegociável.

De acordo com a psicóloga social Susan Newman, especialista em maternidade, você deve estabelecer as regras da casa e segui-las. Deixe seu plano claro desde o início. “Isso ajudará muito a manter a paz”, alerta. “Assim ele sabem o que esperar, sabem que é assim que vai ser”, detalha.

Crianças com idade suficiente para se manifestar na tomada de decisões podem ser envolvidas. Diga a eles que eles têm um tempo fixo para usar o tablet e pergunte: “Como você deseja usá-lo? E quando você quer usá-lo?”.

Outra abordagem é reservar um tempo para você também ficar longe dos dispositivos digitais. Considere fazer isso não apenas para seus filhos, mas também para você, para mostrar a seus filhos que você pratica o que prega. 

Se seus filhos desafiarem suas novas regras – e você pode apostar que eles vão -, permaneça firme e tente manter a calma. “Estamos vivendo numa cultura de dizer sim aos filhos o tempo todo. Não queremos ver nossos filhos infelizes por um único segundo, e é isso que torna ainda mais difícil para os pais retirar deles os dispositivos digitais”, explica Susan Newman.

“Os pais gostam de evitar confrontos, explosões e birras, especialmente em um ambiente de férias onde outros parentes estão por perto”.
Susan Newman, psicóloga social

Não se preocupe: restringir certos benefícios pode ajudar as crianças a criarem resiliência, afirma Newman, pois “quando elas forem para o mundo real, também terão limitações”.

Encontre novas atividades

Não é necessário dizer que, se você estiver retirando um objeto valorizado de uma criança, precisará se preparar para reclamações ou birras. Por isso é importante praticar empatia. “Diga a eles que você entende que isso será doloroso para eles”, ensina Newman.

Depois, dê-lhes algumas opções. Eles gostariam de jogar um jogo de tabuleiro? Ir para a biblioteca? Ler um livro? 

“Adoro coisas engraçadas ou dramáticas, como jogos de charada, kits de mágica ou coisas assim. Acho que, quando as crianças sentem essa satisfação natural da diversão que advém desses jogos mais sociais, fica mais fácil substituir o uso da mídia ”, afirma Jenny Radesky, professora assistente de pediatria no Hospital Infantil CS Mott da Universidade de Michigan e principal autora das diretrizes da Academia Americana de Pediatria sobre o uso da mídia entre crianças pequenas.

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Outra dica da doutora Jenny Radesky é que, ao jogar jogos digitais, você procure aqueles que não possuem vários níveis ou “recompensas enigmáticas”. Procure conteúdo mais aberto e livre, como aplicativos que permitem que as crianças se tornem contadoras de histórias e participem de peças criativas virtuais, por exemplo. “Eu digo aos pais: escreva uma programação diária, torne-a visual”, orienta.

Se eles seguirem um cronograma, as crianças poderão ter uma transição mais suave de uma atividade para outra. 

Finalmente, considere a possibilidade de comprar jogos de tabuleiro de baixa tecnologia. Você também pode optar por dar a seu filho experiências, como uma aula de arte ou uma visita a um museu.

Quebre as regras, mas apenas brevemente

Apesar de todas as preocupações sobre o uso de dispositivos eletrônicos entre as crianças, às vezes eles são uma salvação. Até mesmo os pais mais experientes estão abertos a modificar suas regras mais estritas.

Radesky relembra uma recente viagem à França durante a qual seus filhos assistiram a vídeos sem parar para o voo de oito horas. “Eles ficaram acordados a noite toda porque nunca recebem oito horas da mídia em casa”, afirma.

Mas, assim que saíram do avião, a farra da tela terminou. A Dra. Radesky não tomou nenhum comprimido na viagem. Em vez disso, seus filhos assistiram ao entretenimento oferecido pela companhia aérea. E eles mesmos perceberam o quão cansativo é escolher vídeos em vez de dormir. “Às vezes, as crianças vão exagerar e depois vão se arrepender. Os pais devem estar abertos a esses momentos de ensino também”, explica.

Fonte: Este material foi retirado do suplemento Parenting, do New York Times.
Texto original: https://parenting.nytimes.com/culture/reducing-screen-time-kids?rank=4&position=0

Qual a hora certa de liberar o açúcar para as crianças?

Recentemente, a atriz Débora Nascimento ganhou espaço no noticiário ao dizer que não deixa a filha de um ano e seis meses comer doces. A declaração trouxe à tona um tema que divide opiniões. Qual a hora certa de liberar o açúcar para as crianças?

Nesta época de festas de final de ano, em que a mesa farta repleta de delícias costuma nos fazer sair da linha, é importante o alerta: de acordo com o Guia Alimentar do Ministério da Saúde, liberar o açúcar para crianças NÃO É RECOMENDADO para menores de dois anos.

O açúcar deve ser evitado para as crianças até dois anos de idade. Existem diversas evidências científicas que demonstram que o uso precoce para crianças do açúcar tem maior relação com diabetes, obesidade e doenças cardíacas em sua fase de vida adulta”, confirma a nutricionista Fabiana Salles.

Segundo a especialista, sempre que possível, o mais indicado é utilizar as próprias frutas para adoçar vitaminas, bolos e biscoitos. “É uma maneira saudável e equilibrada de inserir o sabor doce na rotina das crianças”, ela explica.

Sem guloseimas até 2 anos

De acordo com a publicação do Ministério da Saúde, nem mesmo o mel deve ser utilizado nos primeiros anos de vida. O documento alerta que o consumo aumenta as chances de ganho de peso na infância e, consequentemente, de obesidade e doenças na vida adulta. 

A melhor saída é trocar as comidas muito açucaradas por alimentos como grãos, cereais, frutas, legumes e tubérculos. Ao lado de proteínas e gorduras, esses alimentos darão combustível suficiente para o gasto energético diário e de crescimento da criança.

Os especialistas destacam também que é preciso ficar atento ao açúcar escondido em sucos prontos, refrigerantes e achocolatados de caixinha. Para matar a sede, a melhor opção ainda é velha e boa água.

Água de coco e sucos naturais também são super saudáveis e não precisam de açúcar para acompanhar. Basta acostumar o paladar da criança a coisas um pouco mais azedinhas, como um suco de laranja ou de abacaxi.

Troque brinquedos por experiências e crie belas memórias com seu filho

O quarto das crianças (e também sua varanda, sua sala de estar, seu closet…) está cheio de brinquedos com os quais seu filho raramente brinca? A maioria dos pais pode atestar a grande quantidade de brinquedos não utilizados que ocupam espaço demais em suas casas. E a maioria das crianças tem dificuldade em largar seus brinquedos favoritos.

No entanto, um estudo publicado na revista Infant Behavior and Development, descobriu que um ambiente com menos brinquedos é realmente melhor para as crianças e a necessidade do brinquedo “do momento”, além de estressar os pais, tem pouco benefício para o desenvolvimento do seu filho.

Então, da próxima vez que você tiver que dar um presente, ofereça ao seu filho uma dessas ideias, troque brinquedos por experiências e crie belas memórias com seu filho:

1) Crie memórias efetivas com uma divertida experiência familiar

Uma sessão de cinema, teatro, show musical, exposição ou evento esportivo são um presente divertido para toda a família. E as memórias criadas com este tipo de experiência estão muito além daquilo que um brinquedo pode proporcionar.

2) Visite lugares novos

Quantos lugares legais há na sua cidade que, muitas vezes, nem você conhece? Um museu, zoológico, um parque público. Além do caráter de “coisa diferente”, seu filho também pode fazer novos amigos!

3) Tenha um estoque variado de materiais de artes e artesanato

Isso pode proporcionar infinitas horas de criatividade e diversão. Compre itens como papel colorido, pompons, limpadores de cachimbo, miçangas, tintas, marcadores, giz de cera e adesivos, só para citar alguns. Adicione um livro de “coisas para fazer” cheio de ideias e pronto! Aproveite e pegue também um livro de colorir para adultos e faça disso um programa de família!

4) Dê ao seu filho algo que ele aguarde ansiosamente todo mês.

Um exemplo são os clubes de assinatura. Há tantas opções para crianças, incluindo livros, brinquedos educativos, kits de culinária e de ciências.

5) Dê ao seu filho aulas e atividades como os programas da The Little Gym

Existem aulas  específicas para crianças e contribuem para o desenvolvimento dos pequenos de uma forma divertida! Se você está procurando um presente para a lista de desejos de um filho ou organizando a festa de aniversário dele, pense fora da caixa e ofereça algo que leve a experiências divertidas, aprendizado, desenvolvimento e um tempo mais valioso para a família!

Para saber mais sobre a The Little Gym, fale com a gente.